Pessoal,
Estou escrevendo um artigo e estou fazendo uma pesquisa sobre Direito autoral, gostaria que você gastasse alguns minutos respondendo-a, é bem simples. Se você repassar esta página para que mais pessoas respondam a pesquisa ficarei agradecido.
A fase de coleta de informações foi concluída, agradeço a todos que puderam responder à pesquisa.
Queridos, poucos, mas estimados, leitores,
Estou escrevendo, desde 2007, uma história de ficção chamada de Heo Sargila, finalmente consegui lançar o primeiro conto sobre a história, quero ver se lanço mais coisas ao longo do tempo e, quem sabe, lançar até mesmo um livro. Para quem se interessar por histórias fantásticas, estilo Senhor dos Anéis ou Crônicas de Narnia, fica a dica pra acompanhar o Blog de Bryan Soul Son, meu pseudônimo como autor, a postagem para este primeiro capítulo está aqui: Heo Sargila: História da Criação.
Agradecido.
Já fiz algumas postagens sobre intolerância, essa coisa que todos nós carregamos conosco, mas que devemos lutar bravamente contra ela. Duas piadas que me chegaram ao e-mail me chamaram a atenção, uma (a do pastor) eu já conhecia, mas vamos a elas:
Esta é uma pregação de um pastor sobre a passagem bíblica de Zaquel, o que chama a atenção na pregação é a escolha da palavra “trepando”, para se referir ao ato de subir numa árvore, que, como qualquer adulto deve saber, também é utilizado como sinônimo para o ato sexual. O que me chama a atenção é que o pastor, provavelmente, está falando de coração e com fé só que, o que deve ocorrer, é que o mesmo tem uma formação ruim, não deve ter o hábito de ler livros, revista e jornais, senão os que lhe são obrigatórios (provavelmente a bíblia e talvez um informativo e ou jornal da igreja). Ora, não deveria bastar a nós, pessoas de “mais cultura”, contextualizar o discurso e nos adaptarmos ao mesmo? Por que nos apegamos tanto ao sentido das palavras e não ao que o outro quer dizer?
Vejam esta outra imagem:
Aqui a grande discussão foi sobre o termo “Ao vivo”, a maioria dos comentários foi jocoso, mas ao ver o texto percebi que quem o escreveu quis dizer: “Corte sem máquina, só na tesoura”. Mas uma vez as pessoas leem a palavra e não o que o outro quer dizer.
Na comunicação é necessário duas figuras envolvidas o comunicante (a pessoa que “fala”) e o comunicado (a pessoa que “escuta”), normalmente a responsabilidade pela clareza da mensagem (que é o que se quer dizer) é do comunicante, contudo nestes dois exemplos vemos que os mesmo tem limitação de formação e de vocabulário, sendo assim não custa a nós (comunicados) fazermos um esforço mínimo de nos perguntarmos: “O que o comunicante quer dizer?”. Uma simples atitude como essa pode nos libertar de muita incompreensão e muitos mal-entendidos.
Daí, me vem a mente a recente discussão sobre o livro do MEC que fazia apologia ao português incorreto (na versão padrão divulgada pela mídia), meu sogro (o poeta, filósofo, professor e contista Fidêncio Bogo) escreveu no século passado o conto “Nós mudemos”, onde ele já abordava a discriminação linguística no interior do Norte Goiano (hoje Tocantins), nunca vi ninguém acusar meu sogro de pregar a educação de um português sem qualidade, fica a pergunta: “Será que o livro não fazia apologia à compreensão?”, não li o referido livro, então não tenho como opinar, fica a questão aos nobres leitores.

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